mata de cocais

Mata de cocais

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Carnaúba: árvore típica da Mata dos Cocais

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A Mata dos cocais está situada entre a Amazônia e a caatinga nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará e norte do Tocantins, existem florestas dominadas pelas palmeiras babaçu e carnaúba, além do buriti e da oiticica, a Mata dos Cocais.

São florestas secundárias, isto é, cresceram após o desmatamento das plantas originais.

O babaçu domina o ambiente e está sendo destruído em ritmo intenso pelas pastagens, mas pode sobreviver pela velocidade com que se reproduz e pelos produtos que são extraídos dele (cera, óleo, fibras, glicerina etc.), de alto valor para a sobrevivência da população local.

No lado oeste, onde a proximidade com o clima equatorial da Amazônia a torna mais úmida, é predominante a presença do babaçu, palmeiras que atingem 15 a 20m de altura, de onde é extraído um óleo utilizado pela indústria de alimentos e cosméticos. No lado leste, mais seco, predomina a carnaúba, que pode atingir até 20m de altura, cujas folhas retira-se a cera empregada como lubrificante na indústria eletrônica, de perfumaria, e na fabricação de plásticos e adesivos. Embora aproveitada, em parte, de maneira ordenada por várias comunidades extrativistas que exercem suas atividades sem prejudicar essa formação vegetal, a Mata de Cocais também é seriamente ameaçada pela ampliação das áreas de pasto para a pecuária, principalmente no Maranhão e no norte do Tocantins. Essa área ocupa menos de 3% da área total do Brasil.

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Mata_de_cocais

biodiversidade

Biodiversidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Desenho de várias aves

Desenho de várias aves

Trecho da Amazônia próximo à Macapá (1990).

Trecho da Amazônia próximo à Macapá (1990).

Acará bandeira (Pterophyllum scalare)

Acará bandeira (Pterophyllum scalare)

Biodiversidade ou diversidade biológica (grego bios, vida) é a diversidade da natureza viva. Desde 1986, o termo e conceito têm adquirido largo uso entre biólogos, ambientalistas, líderes políticos e cidadãos conscientizados no mundo todo. Este uso coincidiu com o aumento da preocupação com a extinção, observado nas últimas décadas do Século XX.

Refere-se à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos macroscópicos e de microrganismos, a variedade de funções ecológicas desempenhadas pelos organismos nos ecossistemas; e a variedade de comunidades, hábitats e ecossistemas formados pelos organismos.

A Biodiversidade refere-se tanto ao número (riqueza) de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitatividade) dessas categorias. E inclui variabilidade ao nível local (alfa diversidade), complementariedade biológica entre hábitats (beta diversidade) e variabilidade entre paisagens (gama diversidade). Ela inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes.

A espécie humana depende da Biodiversidade para a sua sobrevivência.

O termo diversidade biológica foi criado por Thomas Lovejoy em 1980, ao passo que a palavra Biodiversidade foi usada pela primeira vez pelo entomologista E. O. Wilson em 1986, num relatório apresentado ao primeiro Fórum Americano sobre a diversidade biológica, organizado pelo Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA (National Research Council, NRC). A palavra “Biodiversidade” foi sugerida a Wilson pelo pessoal do NRC a fim de substituir diversidade biológica, expressão considerada menos eficaz em termos de comunicação.

Não há uma definição consensual de Biodiversidade. Uma definição é: “medida da diversidade relativa entre organismos presentes em diferentes ecossistemas”. Esta definição inclui diversidade dentro da espécie, entre espécies e diversidade comparativa entre ecossistemas.

Outra definição, mais desafiante, é “totalidade dos genes, espécies e ecossistemas de uma região”. Esta definição unifica os três níveis tradicionais de diversidade entre seres vivos:

A diversidade de espécies é a mais fácil de estudar, mas há uma tendência da ciência oficial em reduzir toda a diversidade ao estudo dos genes. Isto leva ao próximo tópico.