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papeis de parede de carros

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furacao

Furacão Katrina

Categoria 5 (EFSS)
Furacão Katrina, em 26 de Agosto de 2005.
Formação: 23 de Agosto de 2005
Dissipação: 31 de Agosto de 2005
Vento mais forte: 280 km/h
Pressão mais baixa: 902 hPA
Danos: U$81 bilhões
Fatalidades: 1833 mortes
Áreas afetadas: Baamas, Sul da Flórida, Nova Orleães, Alabama, Mississippi, Louisiana

O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar a costa sudeste dos Estados Unidos da América). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleães, em 29 de agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões.

O furacão Katrina causou aproximadamente mil mortes, sendo um dos furacões mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos. O furacão paralisou muito da extração de petróleo e gás natural dos Estados Unidos, uma vez que boa parte do petróleo americano é extraído no Golfo do México.

 Rota do furacão

De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, o NOAA, que emitiu um relatório em 23 de Agosto informando que havia formado uma depressão tropical a sudeste de Bahamas. No dia 24 evoluiu para uma tempestade tropical e em 25 se aproximou de Aventura, Flórida.

Katrina enfraqueceu-se em 26 de agosto, depois de se encontrar com a terra, transformando-se em categoria 2 com ventos de cerca de 100 milhas por hora (cerca de 160 quilômetros por hora) indo em direção ao Mississippi e Louisiana. Em 27 de setembro evoluiu para categoria 3 com intensidade de um furacão e dia 28 foi para categoria 4, no início da tarde o Katrina se intensificou rapidamente com ventos de 175 mph (281 km/h) ultrapassando o ponto de início da categoria 5 com pressão de 902 mbar (hPa), sendo o furacão mais intenso da bacia do Atlântico. Em 29 de agosto o Katrina atingiu Mississippi, Louisiana e Alabama.

Consequências

Nova Orleães debaixo de água.

Nova Orleães debaixo de água.

Marcas do nvel de água na Napoleon Av., Nova Orleães

Marcas do nível de água na Napoleon Av., Nova Orleães

Como consequência da tempestade, muitos problemas apareceram. Alguns dos diques que protegiam Nova Orleães não conseguiram conter as águas do Lago Pontchartrain, que afluiu município adentro, inundando mais de 80% da cidade. Cerca de 200 mil casas ficaram debaixo d’água em Nova Orleans, sendo que foram necessárias várias semanas para que a água pudesse ser totalmente bombeada para fora da cidade. O furacão causou grandes estragos; entre eles, danos no sistema de abastecimento sanitário e de esgoto de Nova Orleães. Isto fez com que muitos só pudessem retornar no verão de 2006. A maioria dos habitantes foram evacuados para outras cidades do estado de Louisiana, Texas e Missouri, ou transferidos para regiões distantes tais como Washington, Ontário e Illinois.

A área federal de desastre foi colocada sob o controle da FEMA (comandada por Michael Chertoff) e a Guarda Nacional. Na noite de 31 de Agosto, o prefeito de Nova Orleães, Ray Nagin, declarou “lei marcial” na cidade e disse que “os policiais não precisavam se preocupar com os direitos civis para deter os saqueadores”. A interrupção de suprimento de petróleo, importações e exportações causada pela tempestade tiveram conseqüências para a economia global.

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Furacão Katrina

Categoria 5 (EFSS)
Furacão Katrina, em 26 de Agosto de 2005.
Formação: 23 de Agosto de 2005
Dissipação: 31 de Agosto de 2005
Vento mais forte: 280 km/h
Pressão mais baixa: 902 hPA
Danos: U$81 bilhões
Fatalidades: 1833 mortes
Áreas afetadas: Baamas, Sul da Flórida, Nova Orleães, Alabama, Mississippi, Louisiana

O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar a costa sudeste dos Estados Unidos da América). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleães, em 29 de agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões.

O furacão Katrina causou aproximadamente mil mortes, sendo um dos furacões mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos. O furacão paralisou muito da extração de petróleo e gás natural dos Estados Unidos, uma vez que boa parte do petróleo americano é extraído no Golfo do México.

 Rota do furacão

De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, o NOAA, que emitiu um relatório em 23 de Agosto informando que havia formado uma depressão tropical a sudeste de Bahamas. No dia 24 evoluiu para uma tempestade tropical e em 25 se aproximou de Aventura, Flórida.

Katrina enfraqueceu-se em 26 de agosto, depois de se encontrar com a terra, transformando-se em categoria 2 com ventos de cerca de 100 milhas por hora (cerca de 160 quilômetros por hora) indo em direção ao Mississippi e Louisiana. Em 27 de setembro evoluiu para categoria 3 com intensidade de um furacão e dia 28 foi para categoria 4, no início da tarde o Katrina se intensificou rapidamente com ventos de 175 mph (281 km/h) ultrapassando o ponto de início da categoria 5 com pressão de 902 mbar (hPa), sendo o furacão mais intenso da bacia do Atlântico. Em 29 de agosto o Katrina atingiu Mississippi, Louisiana e Alabama.

Consequências

Nova Orleães debaixo de água.

Nova Orleães debaixo de água.

Marcas do nvel de água na Napoleon Av., Nova Orleães

Marcas do nível de água na Napoleon Av., Nova Orleães

Como consequência da tempestade, muitos problemas apareceram. Alguns dos diques que protegiam Nova Orleães não conseguiram conter as águas do Lago Pontchartrain, que afluiu município adentro, inundando mais de 80% da cidade. Cerca de 200 mil casas ficaram debaixo d’água em Nova Orleans, sendo que foram necessárias várias semanas para que a água pudesse ser totalmente bombeada para fora da cidade. O furacão causou grandes estragos; entre eles, danos no sistema de abastecimento sanitário e de esgoto de Nova Orleães. Isto fez com que muitos só pudessem retornar no verão de 2006. A maioria dos habitantes foram evacuados para outras cidades do estado de Louisiana, Texas e Missouri, ou transferidos para regiões distantes tais como Washington, Ontário e Illinois.

A área federal de desastre foi colocada sob o controle da FEMA (comandada por Michael Chertoff) e a Guarda Nacional. Na noite de 31 de Agosto, o prefeito de Nova Orleães, Ray Nagin, declarou “lei marcial” na cidade e disse que “os policiais não precisavam se preocupar com os direitos civis para deter os saqueadores”. A interrupção de suprimento de petróleo, importações e exportações causada pela tempestade tiveram conseqüências para a economia global.

vulcao

Vulcão

Esquema da estrutura interna de um vulcão

Esquema da estrutura interna de um vulcão

Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.

Vulcão Kanaga no Alaska, em 27 de Janeiro de 1994

Vulcão Kanaga no Alaska, em 27 de Janeiro de 1994

A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das placas tectónicas. No entanto, existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura.

A palavra “vulcão” deriva do nome do deus do fogo na mitologia romana Vulcano. A ciência que estuda os vulcões designa-se por vulcanologia.

Índice

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Tipos de vulcão

Uma das formas de classificação dos vulcões é através do tipo de material que é eruptido, o que afecta a forma do vulcão. Se o magma eruptido contém uma elevada percentagem em sílica (superior a 65%) a lava é chamada de félsica ou “ácida” e tem a tendência de ser muito viscosa (pouco fluida) e por isso solidifica rapidamente. Os vulcões com este tipo de lava têm tendência a explodir devido ao facto da lava facilmente obstruir a chaminé vulcânica. O Monte Pelée na Martinica é um exemplo de um vulcão deste tipo.

Se, por outro lado, o magma é relativamente pobre em sílica (conteúdo inferior a 52%) é chamado de máfico ou “básico” e causa erupções de lavas muito fluidas capazes de escorrer por longas distâncias. Um bom exemplo de uma escoada lávica máfica é a do Grande Þjórsárhraun (Thjórsárhraun) originada por uma fissura eruptiva quase no centro geográfico da Islândia há cerca de 8000 anos. Esta escoada percorreu cerca de 130 quilómetros até ao mar e cobriu uma área com 800 km².

Estrutura de um vulcão-escudo.

Estrutura de um vulcão-escudo.

  • Vulcão-escudo: o Havaí e a Islândia são exemplos de locais onde são encontrados vulcões que expelem enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no Havaí, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpus em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.
  • Cones de escórias: é o tipo mais simples e mais comum de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias.
  • Estratovulcões: também designados de “compostos”, são grandes edifícios vulcânicos com longa atividade, forma geral cônica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone, reconstrução e mudanças da localização das condutas. Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são o Teide na Espanha, o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no Equador, o Vulcão Mayon nas Filipinas e o Monte Rainier nos EUA. Por outro lado, esses edifícios vulcânicos são os mais mortíferos da Terra, envolvendo a perda da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.
  • Caldeiras ressurgentes: são as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone (EUA) e Cerro Galan (Argentina).

 Comportamento dos vulcões

As erupções vulcânicas podem ter um efeito devastador nas populações e na vida animal das áreas onde existem.

As erupções vulcânicas podem ter um efeito devastador nas populações e na vida animal das áreas onde existem.

  • Erupções freáticas (vapor).
  • Erupções explosivas de lava rica em sílica (e.g. riolito).
  • Erupções efusivas de lava pobre em sílica (e.g. Basalto).
  • Escoadas piroclásticas.
  • Lahars.
  • Emissões de dióxido de carbono.

Todas estas actividades podem ser um perigo potencial para o Homem. Para além disso a actividade vulcânica é muitas vezes acompanhada por sismos, águas termais, fumarolas e gêisers, entre outros fenómenos. As erupções vulcânicas são frequentemente precedidas por sismos de magnitude pouco elevada.

Activos, dormentes ou extintos?

Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão “activo”. O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas actualmente não dão sinais de actividade.

Alguns cientistas consideram um vulcão activo quando está em erupção ou mostra sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão activo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000 anos atrás, no Pacífico Noroeste dos Estados Unidos vai apenas até 300 anos atrás.

Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção.

Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão está realmente exitinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar aos milhões de anos, logo é difícil determinar se um irá voltar ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por vários milhares de anos.

Por exemplo a caldeira de Yellowstone, nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640.000 anos, apesar de ter havido alguma actividade há cerca de 70.000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante activo devido à actividade sísmica, geotermia e à elevada velocidade do levantamento do solo na zona.

 Alguns vulcões na Terra

Erupção do Monte Santa Helena em 1980

Erupção do Monte Santa Helena em 1980

 Vulcões em outros locais do sistema solar

A Lua não possui grandes vulcões e não é geologicamente activa, mas nela existem várias estruturas vulcânicas. Por outro lado crê-se que o planeta Vénus seja geologicamente activo, sendo cerca de 90% da sua superfície constituída por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfície volumosa do planeta. As escoadas lávicas estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfície de Vénus são atribuídas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenómenos do planeta Vénus são atribuídos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos.

No planeta Marte existem vários vulcões extintos, sendo quatro dos quais grandes vulcões-escudo, largamente maiores do que qualquer um existente na Terra:

Estes vulcões encontram-se extintos há vários milhões de anos, mas a sonda europeia Mars Express encontrou indícios de que poderiam ter ocorrido erupções vulcânicas num passado recente em Marte.

Uma das luas de Júpiter, Io, é o corpo mais vulcânico de todo o sistema solar devido à interacção de forças com Júpiter. Esta lua está coberta de vulcões que expelem enxofre, dióxido de enxofre e rochas ricas em sílica, o que leva a que a sua superfície esteja constantemente a ser renovada. As suas lavas são as mais quentes que se conhecem no sistema solar, com temperaturas que podem ultrapassar os 1500 °C. Em Fevereiro de 2001 a maior erupção de que há registo no sistema solar ocorreu em Io.

 Vulcanologia

Génese dos vulcões

Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da Terra, ainda são pouco conhecidos. No entanto é sabido que uma erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida (crosta terrestre) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Eventualmente o magma armazenado na câmara magmática é forçado a subir e é extruído e escorre pela superfície do planeta como lava, ou o magma pode aquecer água nas zonas próximas causando descargas explosivas de vapor; pode acontecer também que os gases que se libertam do magma projectem rochas, piroclastos, obsidianas e/ou cinzas vulcânicas. Apesar de serem sempre forças muito poderosas, as erupções podem variar de efusivas a extremamente explosivas.

A maioria dos vulcões terrestres tem origem nos limites destrutivos das placas tectónicas, onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental, dado que esta é menos densa do que a oceânica. A fricção e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fractura na crosta terrestre, pode eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões. Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos EUA, que se encontra na zona interior da margem entre a placa Juan de Fuca que é oceânica e a placa Norte-americana.

Ambientes tectónicos

Os vulcões encontram-se principalmente em três tipos principais de ambientes tectónicos:

[editar] Limites construtivos das placas tectónicas

Este é o tipo mais comum de vulcões na Terra, mas são também os observados menos frequentemente dado que a sua actividade ocorre maioritariamente abaixo da superfície dos oceanos. Ao longo do sistema de rifts oceânicos ocorrem erupções espaçadas irregularmente. A grande maioria deste tipo de vulcões é apenas conhecida devido aos sismos associados às suas erupções, ou ocasionalmente, se navios que passam nos locais onde existem, registam elevadas temperaturas ou precipitados químicos na água do mar. Em alguns locais a actividade dos rifts oceânicos levou a que os vulcões atingissem a superfície oceânica: a Ilha de Santa Helena e a Ilha de Tristão da Cunha no Oceano Atlântico e as Galápagos no Oceano Pacífico, permitindo que estes vulcões sejam estudados em pormenor. A Islândia também se encontra num rift, mas possui características diferentes das de um simples vulcão. Os magmas expelidos neste tipo de vulcões são chamados de MORB (do inglês Mid-Ocean Ridge Basalt que significa: “basalto de rift oceânico”) e são geralmente de natureza basáltica.

 Limites destrutivos das placas tectónicas

Diagrama de limite destrutivo causando terremotos e uma erupção vulcânica.

Estes são os tipos de vulcões mais visíveis e bem estudados. Formam-se acima das zonas de subducção onde as placas oceânicas mergulham debaixo das placas terrestres. Os seus magmas são tipicamente “calco-alcalinos” devido a serem originários das zonas pouco profundas das placas oceânicas e em contacto com sedimentos. A composição destes magmas é muito mais variada do que a dos magmas dos limites construtivos.

 Hot spots ou pontos quentes

Os vulcões de hot spots eram originalmente vulcões que não poderiam ser incluídos nas categorias acima referidas. Nos dias de hoje os hot spots referem-se a uma situação bastante mais específica – uma pluma isolada de material quente do manto que intercepta a zona inferior da crosta terrestre (oceânica ou continental), conduzindo à formação de um centro vulcânico que não se encontra ligado a um limite de placa. O exemplo clássico é a cadeia havaiana de vulcões e montes submarinos; o Yellowstone é também tido como outro exemplo, sendo a intercepção neste caso com uma placa continental. A Islândia e os Açores são por vezes citados como outros exemplos, mas bastante mais complexos devido à coincidência do rift médio Atlântico com um hot spot. Não há consenso acerca do conceito de “hotspot”, uma vez que os vulcanólogos não são consensuais acerca da origem das plumas “quentes do manto”: se têm origem no manto superior ou no manto inferior. Estudos recentes levam a crer que vários subtipos de hot spots irão ser identificados.

Previsão de erupções

A ciência ainda não é capaz de prever com certeza absoluta quando um vulcão irá entrar em erupção, mas grandes progressos têm sido feitos no cálculo das probabilidades de tal evento ter lugar ou não num espaço de tempo relativamente curto. Os seguintes factores são analisados de forma a ser possível prever uma erupção:

Sismicidade

Microssismos e sismos de baixa magnitude ocorrem sempre que um vulcão “acorda” e a sua entrada em erupção se aproxima no tempo. Alguns vulcões possuem normalmente actividade sísmica de baixo nível, mas um aumento significativo desta mesma actividade poderá preceder uma erupção. Outro sinal importante é o tipo de sismos que ocorrem. A sismicidade vulcânica divide-se em três grandes tipos: tremores de curta duração, tremores de longa duração e tremores harmónicos.

  • Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectónicos. São resultantes da fracturação da rocha aquando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático próximo da superfície.
  • Crê-se que os tremores de longa duração indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem ser comparados ao ruído e vibração que por vezes ocorre na canalização em casas. Estas oscilações são o equivalente às vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão.
  • Os tremores harmónicos ocorrem devido ao movimento de magma abaixo da superfície. A libertação contínua de energia deste tipo de sismicidade contrasta com a libertação contínua de energia que ocorre num sismo associado ao movimento de falhas tectónicas.

Os padrões de sismicidade são geralmente complexos e de difícil interpretação. No entanto, um aumento da actividade sísmica num aparelho vulcânico é preocupante, especialmente se sismos de longa duração se tornam muito frequentes e se tremores harmónicos ocorrem.

Emissões gasosas

À medida que o magma se aproxima da superfície a sua pressão diminui, e os gases que fazem parte da sua composição libertam-se gradualmente. Este processo pode ser comparado ao abrir de uma lata de um refrigerante com gás, quando o dióxido de carbono se escapa. O dióxido de enxofre é um dos principais componente dos gases vulcânicos, e o seu aumento precede a chegada de magma próximo da superfície. Por exemplo, a 13 de Maio de 1991, 500 toneladas de dióxido de enxofre foram libertadas no Monte Pinatubo nas Filipinas. As emissões de dióxido de enxofre chegaram num curto espaço de tempo às 5 000 toneladas. O Monte Pinatubo entrou em erupção a 12 de Junho de 1991.

Deformação do terreno

A deformação do terreno na área do vulcão significa que o magma encontra-se acumulado próximo da superfície. Os cientistas monitorizam os vulcões activos e medem frequentemente a deformação do terreno que ocorre no vulcão, tomando especial cuidado com a deformação acompanhada de emissões de dióxido de enxofre e tremores harmónicos, sinais que tornam bastante provável um evento eminente

Crash Bandicoot 2 – PlayStation ONE

Crash Bandicoot 2 – PlayStation ONE

Crash Bandicoot 2 – PlayStation

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Saiba tudo sobre esse emoconante jogo do crash Bandicoot 2

Massetes:

Vidas Extras: No segundo warp room em frente ao “Bear It”, salte no ursinho 10 vezes e ganhe 10 vidas. Você pode fazer isso apenas uma vez.

Boss warp: Para lutar com algum chefe antecipadamente, pressione e segure L1, L2, R1, R2 e triângulo no meio da plataforma e pressione Up ou Down quando ele apontar.

Beardown (Nível 13): Pule no pequeno gelo flutuante quando o urso te joga fora. Não siga em frente… volte , saltando entre os pequeno cubos, até chegar na plataforma rosa.

Aircrash (Nível 7): no segundo rio, salte na plataforma p/ pegar as caixas.

Unbearable (Nível 15): quando o filhote joga você fora, volte até vê-lo novamente

Diggin` it (17): perto do fim da fase, se aproxime da planta cuspidora em uma plataforma de círculo; use o salto de corpo nela!

Se você tem todas as pedras e o jogo diz que você só completou 97% do jogo, você precisa vencer o CORTEX para receber os créditos restantes

Nível 1: Bosques de tartaruga (Turtle Woods)

Quando você vir o símbolo de face sorridente no solo, use o salto de corpo, utilizando (X) e depois (O) para abri-lo e cair no primeiro nível de bônus. Lembre-se que você tem que quebrar todas as caixas na fase inteira para ganhar a pedra preciosa clara, quando concluí-la. As caixas na área de bônus também contam para esta pedra preciosa. Para ganhar a pedra preciosa azul, você tem que atravessar o bosque de tartaruga sem quebrar nenhuma caixa; um real desafio para quem ama usar muito o movimento de giro.

Nível 2: Neves Vão (Snow Go)

Parece cruel, mas é verdade: Não há nenhum modo para saltar para cima e agarrar a pedra preciosa vermelha nesta fase subterrânea. Para obtê-la, você tem que achar a urdidura secreta no “nível 7: Estrondo de ar” que o conduzirá de volta para o nível 2; então só resta voltar para cima agora. Quando você encontrar o “tobogan” , desça e estará a ponto de continuar adiante, vire-se e caminhe até o fim; lá você encontrará a “caixa verde verde com o sinal de “! “” , a qual irá detonar todas as caixas de Nitro nesta fase. No final, fique atento a Segunda caixa “pula-pula” cinza. Após destruir a caixa em cima dela, continue pulando com o (X) apertado até ativar a caixa cinza com ! amarela. Então, volte e destrua as caixas que eram invisíveis e pegue a pedra branca no final.

Nível 3: Pendure Oito (Hang Eight)

Se você pegou a pedra preciosa azul no nível 1, você deverá usá-la para leva-lo a um passeio numa área de Bônus no nível 3. Se não, você deverá achar todas as caixas para se qualificar para a pedra preciosa clara. Basta subir na pedra azul para ativar o passeio. Você também ganhará uma pedra preciosa de gratificação correndo pela fase tão rápido quanto possível. Se você for rápido o bastante, chegando na área onde a primeira caixa de posto de fiscalização (”check point”) é achada, um cronômetro aparecerá na tela. Se você conseguir terminar a fase antes do cronômetro sumir, você adquirirá a pedra preciosa de gratificação. Lembre-se de ativar a caixa cinza de “!” amarela para ativar as caixas transparentes. Depois, volte para destruí-las.

Nível 4: As Covas (The Pits)

Os “tatus” que aparecem nas covas quadradas podem ser destruídos com um giro, o deslizamento ou simplesmente saltando neles. Se você salta em uma destas criaturas e continua segurando o botão de salto você sairá da cova, e não precisará se preocupar em lutar com os tatus restantes da cova. Assegure-se de explorar a esquerda e a direita na bifurcação da estrada para achar todas as caixas. Se você estiver com pressa, o cristal de poder está no caminho esquerdo. Na fase de bônus (o sinal de ? no chão), pule sobre a caixa de ! amarela para ativar as caixas transparentes e depois volte para destruí-las. Dica: para atravessar as 3 caixas no formato escada, você não poderá pular mais que duas vezes em cima de cada uma. Portanto, siga a seguinte ordem:

1-) Na ida: 3

2-) Na volta: 3 2 1

Para sair: 1 2 (um salto longo) Para destruir as caixas diferentes, dê o salto de corpo sobre elas. Verifique o contador de caixas. Se estiver faltando uma…Quando tudo parece ter terminado, você precisará fazer o caminho contrário para pegar a última caixa de TNT que foi colocada de sacanagem! Deverá fazer o caminho contrário e destruí-la. Ao retornar, irá se deparar com os tatus novamente nas covas. Mate-os novamente e vá ao final do nível. Lá encontrará a pedra branca, se obtiver sucesso! Use o salto especial ¯”(X) (0)” para sair das covas com o auxílio do pula pula. Primeiro chegue o mais próximo possível da beirada e só então salte.

Nível 5: Colisão de estrondo (Crash Dash)

As minas no chão não o matarão, mas as cercas elétricas sim. Por isso, ao escutar o zumbido destas cercas, desvie, enquanto você tenta escapar da pedregulho rolante.Siga o caminho das frutas e as setas verdes para ficar no caminho mais seguro. Se você tiver muita dificuldade neste nível, há mais dois parecidos com este no futuro.

Chefe: Rippo Roo

” Nunca volte sua parte de trás no rasgador ” a menos que ele se ponha muito perto para isso.

Só olhe onde ele está colocando as caixas de TNT e Nitro enquanto ele salta ao redor do grid. Ele sempre irá parar para deixar uma mancha segura para você, assim tudo que você precisa fazer é observar onde a mancha segura terminará.Quando ele ficar atordoado pela explosão do nitro, salte até ele e faça o ataque de giro. Três golpes são suficientes para eliminá-lo.

Nível 6: Neve Biz (Snow Biz)

Não há muitas surpresas aqui, mas há uma área de Bônus que só podem ser alcançados se você já ganhou a pedra preciosa vermelha. Portanto, se você está jogando as fases em ordem numérica, você deverá voltar aqui depois de encontrar a passagem secreta no nível 7 e pegar a pedra vermelha no nível 2. Sobre os porcos-espinhos, você só poderá atacá-los quando os espinhos estiverem abaixados. Para os saltos “quase impossíveis”: utilize ®, escorregue (O) e na sequência salte (X). Não há outra maneira de conseguir saltar. Fique atento! Não há “check point” neste nível de bônus. É uma fase bastante complicada.

Nível 7: Estrondo de ar (Air Crash)

Depois da primeira caixa de posto de fiscalização (check point), salte nas caixas que flutuam na água até que você alcance uma plataforma de pedra isolada. Nela há uma passagem secreta que o conduz à pedra preciosa vermelha no nível 2. A plataforma flutuante que está marcado com o crânio duro de uma caveira alternará e o recompensará com uma pedra preciosa clara. Para receber a pedra quebrando todas as caixas é mais complicado. Você não conseguirá encontrá-las, a menos que entre na passagem secreta do Nível 13: Bear Down.

Nível 8: Segura!(no urso)(Bear it)

Nesta fase, só há uma pedra preciosa. Só é preciso quebrar todas as caixas para obtê-la no final.

Nível 9: Crash Crush (EstrondoEsmagador)

Depois que o primeiro pedregulho se caia pelo solo, você achará uma bifurcação na estrada que conduz duas cercas de eletricidade. Use o deslizamento e truque de salto atrasado em cima da cova que está pouco além da segunda cerca. Você achará uma vida e uma plataforma que o levará de volta a bifurcação na estrada. Para passar em baixo da primeira cerca, aperte (R1) e mantenha-o pressionado; aperte­e também mantenha pressionado. O Bandicoot irá se abaixar e passará por debaixo da cerca elétrica.

Para passar em baixo da segunda, deixe a tela com apenas a Segunda cerca aparecendo. Deixe o Crash o mais distante possível para isso. Corra­, perto do fim escorregue (O) e pule (X) na sequência.

Nível 10: A negociação (The eal deal)

Há duas filiais no caminho por este nível. Ambos levam ao fim, mas são extremamente importantes. Em um deles você encontrará um cristal necessário para passagem secreta no segundo andar e avançar no jogo. A porta que está na frente de um monte de caixas de Nitro é a passagem para a pedra verde. O outro só o leva a morte: é de fato uma falsa parede que você pode caminhar direito. Você irá encontrar uma pedra preciosa verde no final do perigoso caminho no outro lado da falsa parede.

Boss: Irmãos Komodo (Komodo Brothers)

A batalha com Komodo Joe e Komodo Moe é um pouco injusta. Você precisa se mover para o 3-d espaço ao redor, mas o ângulo de câmera pode tornar difícil ver quanto perigoso é para você em quando está no lado distante do quarto. Evite o Moe girando, use o deslizamento para fugas estreitas; até que ele se canse e pare. Use o ataque de giro para bater nele, então corra atrás de Joe assim que ele arremessar as suas espadas.

Nível 11: Comida de Planta (Plant food)

Semelhante ao nível 3, esta fase oferece para uma pedra preciosa de gratificação aos jogadores rápidos. Se você alcançar o primeiro check-point tão depressa quanto necessário, um cronômetro aparecerá. Você terá aproximadamente um minuto para alcançar o fim da fase. Use a velocidade máxima enquanto estiver na prancha de surfe com foguetes. Também há vários lugares onde você pode economizar tempo e pode evitar plantas famintas fazendo saltos à distância diagonais. Se você chegar a tempo, a pedra preciosa amarela é sua. (eu não consegui fazer isso! Urgh!!)

Nível 12: Esgoto ou depois (Sewer or later)

Você adquiriu a pedra preciosa amarela no nível 11? Nesse caso, você poderá tirar proveito de um caminho alternativo no nível 12, que o levará uma pedra precisa clara antes de pegar o caminho principal para o fim do nível. Se não, não tem muita importância; não há nenhuma caixa para estourar no caminho alternativo para o qual a pedra preciosa amarela conduz; assim você ainda pode adquirir quebrando todas as caixas.

Nível 13: Fuja do urso (Bear down)

Boa sorte é o que vale nesta fase. A única pedra preciosa é alcançada quebrando todas as caixas. Há uma manha: após pegar a pedra estourando todas as caixas, você precisará refazer a fase. No fim, quando o urso te jogar fora, você deverá voltar até a grande pedra rosa, pulando nas pedras azuis sobre a água. Esta é a passagem secreta que te levará para a pedra que falta para completar o nível 7 – Air Crash. Precisará quebrar todas as caixas para obtê-la. Há um massete: quando estiver na água e vir 4 caixas sobre a plataforma, se aproxime e deixe a mina bater em você. (se você estiver com a máscara, é claro!) Aproveite a deixa!!! O Jet Ski vai subir na plataforma. Estoure as caixas.

Nível 14: Estrada para Tuin (Road Tuin)

Estrada para Tuin, como no nível 7, o que caracteriza um está fase é um caminho difícil, ao qual se tem acesso pisando na plataforma marcada com um crânio. O caminho difícil tem uma pedra clara em recompensa às suas dificuldades. Não tem nenhuma caixa. Você não pode adquirir a pedra preciosa clara quebrando todas as caixas sem a passagem secreta que você achará no nível 17: Cavando-o! (diggin`it)Para matar o gorilão que lança os troncos, pule e dê o giro nele!

Nível 15: Desursável (Un-Bearable)

A idéia de adquir a pedra preciosa clara (por quebrar todas as caixas) nesta fase é enganador. Há um ponto quando o papai urso cai por uma ponte de madeira; salte na abertura que parte. Isto lhe dará mais caixas para a pedra preciosa clara.

“Pequeno” chefe (boss Tiny)

Fique na plataforma vermelha e um passo à frente do chefe Minúsculo. Este chefe é bastante simples: basta derrubá-lo 3 vezes. Ele irá seguir os seus passos.

Nível 16: Saindo fora (Hanging out)

Quando Carsh cair em uma piscina de água após a metade do nível, caminhe para trás em vez de ir além na caixa checkpoint. ele entrará em outro buraco. Se você conseguir este segredo, você será enviado ao nível: vôo total (Totally Fly). Para fugir das “cameras voadoras” você precisará de mais um truque do Crash. Experimente o botão (O) e veja! O Crash encolherá as pernas! Danadinho!!!

Dica: na área de bônus, tente estourar primeiro as caixas que estão suspensas e depois as que estão abaixo.

Nível 17: Cavando-o (Diggin`it)

Esta área tem outro caminho difícil com uma pedra preciosa de gratificação; encontre a plataforma de crânio para achá-lo. Há caixas em ambos os lados. Siga no fácil primeiro, então volte à plataforma de crânio para voltar e completar. Fuja das carrancas de VUDU, não há como matá-las. Gire para matar as abelhas que saem da colméia.Quando estiver no caminho de “terra fofa” aperte o botão ([]) de giro e divirta-se por debaixo da terra. Poderá se vingas das plantas lançadoras de de bombas e até mesmo das abelhinhas (utilizando o botão ([]) novamente para o ataque de giro subterrâneo). Não há como matar a colméia. Utilize o salto (O) para voltar a superfície quando necessário. Não se preocupe com as bombas, enquanto estiver submerso. Elas não irão te atingir. Utilize o “chute” para matar o marreteiro! Não se aproxime dele, a menos que queira levar uma marretada no “coco”.

Nível 18: Duro estrondo frio (Cold hard crash)

Esta área tem outro caminho difícil com uma pedra preciosa de gratificação. Suba na plataforma do crânio para achar. Como no nível 17, há caixas em ambos os caminhos. Mas a ordem é invertida; leve o caminho difícil (subindo na caveira) até o fim e volte para embarcar na caveira novamente e voltar para completar o caminho fácil. Fique atento na área de bônus para a caixa escondida. Após passar a fileira de 4 caixas TNT, pule primeiro na caixa que está no ar. Existe uma caixa sobre ela. Fique atento, no final do bônus, pois ás vezes sobra uma caixa. Se necessário, volte um pouco a tela para conferir. Sö suba para sair do bônus, depois da certeza de que nenhuma caixa ficou para trás.

Nível 19: Ruínas (Ruionation)

Se você foi inteligente o bastante para achar a pedra preciosa verde no nível 10, você poderá montar a plataforma de pedra preciosa verde que aparece aqui e apanhar uma pedra preciosa de gratificação. No bônus, para estourar todas as caixas, as maiores dificuldades são as pilhas altas que só se estouram com o salto de corpo. Suba nas caixas de dinamite e de um salto alto (O) (X) para ficar sobre as grandes pilhas. Depois de estourar o TNT, basta dar o salto de corpo. Cuidado com o final do bônus. Apesar de parecer extremamente perto, nem pense em passar andando, pule!!! Se não pular, vai cair! E você terá que recomeçar.

Nível 20: Abelhando (Bee-having)

Na mais recente parte do nível você verá algumas caixas de nitro empilhadas como passos. Suba lá em cima para uma passagem secreta que conduz à pedra preciosa púrpura. Pode ficar tranquilo!! Elas não irão estourar!!

Chefe N Gim

Ele tem uma fraqueza muito simples; ele segue o mesmo padrão em cima de e em cima de. Quando ele não está atacando frutas de wupa de lançamento como ele, ele pode demorar um tempo para bater. Preste atenção nos movimentos repetitivos dele. Use o ([]) ou (O) para atirar frutas nas armas dele. Só quando as mãos de laser estiverem abertas você poderá acertá-lo. Quando destruir os dois braços ele começará a jogar mísseis. É mais fácil atingí-lo nos lançadores de mísseis. Quando ele disparar os mísseis, proteja-se: a primeira vez, fique no lado direito, no canto. Na segunda vez, no lado esquerdo. E assim por diante. Continue sempre com essa sequência. Uma vez de um lado, outra do outro. Mas fique atento: quando destruir um dos lançadores de mísseis, ele começará a enviar mísseis teleguiados. Basta pular para fugir deles. Por último, fuja do raio desintegrador. Acerte algumas maçãs bem no centro verde e o terá vencido!!!

Nível 21: Pistões no caminho (Piston it away).

Para derrubar os assistentes de laboratório com proteções, tente o deslizando. Não encoste neles! Mantenha distância…Este nível tem um caminho de bônus difícil com uma pedra. Para destruir todas as caixas pegue o caminho fácil e então o caminho difícil. Quando a nave com pernas estiver cm as pernas para cima, use o deslizamento para abatê-las. Se as pernas estiverem para baixo, use o salto sobre elas. Na caixa de bônus você precisará de pelo menos uma máscara para estourar as caixas de Nitro quando voltar para estourar as caixas que estão no começo do bônus. No final do bônus, precisará dar o salto longo (O) (X) para conseguir completá-lo. Para conseguir se qualificar para a plataforma da caveira, você precisará chegar até ela sem perder nenhuma vida. O importante é você entrar na fase com duas máscaras e fazer de tudo para não perdê-las. Primeiro, complete a fase sem entrar na caveira. Vá na área de bônus e prossiga na fase até estourar a última caixa de check point que está próximo a duas fileiras de caixa de Nitro. Então, precisará voltar para a plataforma da caveira. Há um bichinho de perninha que você não deverá matar na ida, só na volta (você irá precisar da “ajuda” dele para saltar). Ele servirá de pula-pula para você conseguir um salto alto, conseguindo subir na plataforma lançadora de laser (Há um tambor com a letra N em verde no centro da tela; é a primeira plataforma ativadora de laser. Atenção!!!! Mais uma dica: use o ataque de giro para combater os raios. (gostou dessa, né??)

Nível 22: Balance (Rock it):

Sim! Você finalmente irá jogar com o pacote a jato!! Não há área de bônus neste nível, somente quebre todas as caixas para obtê-la.

Nível 23: Vôo Noturno (Night Flight)

Há vagalumes nesta fase que o seguirão. Salte neles para que o sigam. Entretanto, eles possuem vida curta. Há um caminho difícil com uma pedra de bônus. Para pegar todas as caixas, pegue o caminho mais fácil (da direita), não suba na caveira. Chegue até o fim da bifurcação e rapidamente volte pelo lado esquerdo, salte dois buracos, e estoure as duas caixas. Pegue o vagalume e volte para cima. Esta é uma das coisas mais difíceis de se fazer neste jogo.

Nível 24: Ataque de pacote (Pack attack )

Neste nível, somente quebre todas as caixas, pois não há pedra de bônus por aqui.

Nível 25: Saindo do espaço (Space out).

Normalmente, o último nível de acesso. Se você conseguiu pegar todas as pedras coloridas, aqui irá encontrar uma área de bônus que oferece uma pedra.

Chefe N. Cortex

Ele é muito fácil! Tudo o que você tem a fazer é dar o ataque de giro nele 3 vezes para que ele morra.

Nível 26: Totalmente urso (Totally bear):

Neste nível tem uma pedra quebrando todas as caixas. Você precisará fazer alguns longos saltos p/ chegar até o final.

Nível 27: Totalmente vôo: (totally fly).

Há uma mancha no meio desta fase noturna onde você adquire o vaga-lume e corre além de seis caixas reforçadas; não as destrua caminhe adiante e os destrua sem luz, você saberá quando você for distante porque você começará a atirar frutas. Então, pegue o vaga-lume e vá em direção ao final da fase

hipotemia

Hipotermia

A hipotermia ocorre quando a temperatura corporal do organismo cai abaixo do normal (35ºC), de modo não intencional, sendo seu metabolismo prejudicado. Se a temperatura ficar abaixo de 32ºC, a condição pode ficar crítica ou até fatal. Temperaturas quase sempre fatais, são aquelas abaixo de 27ºC. No entanto, há relatos de sobreviventes com temperaturas inferiores à 14ºC.

Ř== Tipos == A hipotermia pode ser classificada em três tipos: a aguda, subaguda e crônica.

  • A aguda é a mais perigosa, onde há uma brusca queda da temperatura corporal (em segundos ou minutos), por exemplo quando a pessoa cai em um lago com gelo.
  • A subaguda já acontece em escala de horas, comumente por permanecer em ambientes frios por longos períodos de tempo.
  • A crônica é comumente causada por uma enfermidade.